sábado, 25 de setembro de 2010

Vamos brincar perto da usina...

Mil desculpas pelo vácuo de posts... é por que eu estava sem pc e depois sem inspiração e depois sem tempo! :x mas enfim... eu ia fazer um texto hoje, mas minha cabeça não ta raciocinando muuito bem. Essa música vem MUITO a calhar no momento... amo legião! s2

Angra Dos Reis - Legião Urbana

Deixa, se fosse sempre assim quente
Deita aqui perto de mim
Tem dias que tudo está em paz
E agora os dias são iguais

Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora que estou sozinho
Mas não venha me roubar

Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá, a angra é dos reis
Por que se explicar se não existe perigo?

Senti teu coração perfeito batendo à toa
E isso dói
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora que estou sozinho
Mas não venha me roubar

Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi

Mesmo se as estrelas começassem a cair
E a luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
E você visse o nosso corpo em chamas

Deixa pra lá
Quando as estrelas começarem a cair
Me diz, me diz pra onde é que a gente vai fugir?

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Aprendendo a se organizar...

Percebo que tem algo errado acontecendo dentro de mim quando tudo ao meu redor está bagunçado. Não que eu tenha TOC ou algo do tipo, apenas tenho um pé no Japão e gosto das minhas coisas muito bem arrumadas.

Quando começo a perceber que não acho mais nada no guarda-roupa, que atrasei todas as tarefas da semana ou que nunca consigo fazer nada na hora é porque algo de errado está acontecendo.

É necessário muita determinação para organizar tudo de novo. Mas sabe o que mais ajuda? Botar um pouco a cabeça no lugar e acalmar os ânimos. Olhar o mar, ficar escutando o barulho das ondas... Sempre ajuda a relaxar. Não interessa se está sozinho ou acompanhado, os que conta é a paz de espírito que você ganha.

E ai, quem está precisando de uma visita à praia?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Menininha

E a menininha que era facilmente manipulada cresceu. Agora ela tem vontade própria, não quer seguir a cabeça de ninguém. Faz sua própria moda, seu estilo e não liga (pelo menos tenta não ligar) para o que os outros falam dela. Dúvidas, mil dúvidas aparecem na sua cabeça a todo o momento. Todas sem sentido. Medos, todos os medos possíveis. Medo de errar, medo de escuro, medo de continuar, medo de ousar, medo de não conseguir ser o que eles querem. E o que eles querem? Ela não sabe. Ela é apenas uma menina.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Não tem como suportar

“A verdade pode até doer, mas não mais do que a mentira.”


- Já te pedi desculpas, Lily.

-Desculpas não são suficientes. Não dá mais para a gente. Adeus.

E ela foi embora. Simplesmente virou as costas e saiu. Exatamente embaixo daquele mesmo teto que, há um ano e dois meses atrás eles haviam dado seu primeiro beijo, eles deram seu último. Motivo? Lily não agüentava mais. Depois de ser trocada pelas amigas, ser abandonada nas férias e (pior de todos) ter sido traída, ela simplesmente não agüentou mais. Sabe, os corações suportam alguns rasgos, mais chega uma hora que não tem mais aonde costurar. E a ferida fica aberta. E machuca. E dói. É insuportável.

No caminho de volta para casa, Lily chora. “Por que ele fez isso comigo? A gente estava tão bem. Eu era tão apaixonada por ele! E ele me trái?! Que tipo de amor é esse?” ela lembra. Ela ainda sabe o número da casa dele. Ela sente falta dos abraços. Dos sorrisos (aquele torto pelo qual ela se apaixonou). Não vai esquecer. Mas quer tirar tudo isso do centro do seu coração.

E a vida continua...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tentando se juntar...

Imagine-se como um quebra-cabeça de mil peças. Agora imagine que alguém veio e lhe espalhou pelo chão. Você está perdido. Outro alguém ajuda você e começa a lhe montar de volta. Só que essa pessoa não fica com você. Vai embora, e pior: leva um pedaço de você.

Aflição. Você sente o vazio daquela peça. Você até tenta se reorganizar, deixar aquele pedacinho em paz, mas não consegue. Tenta colocar outras coisas no lugar, mas não funciona (o papel nunca vai ter o mesmo formato). E ai começa: O fôlego falta. O coração aperta. A cabeça dói. É difícil sorrir. É difícil ser você. Impossível se concentrar. Quando o choro funciona como uma válvula de escape – não te faz esquecer, mas faz você se sentir menos angustiado.

Você sabe que a peça que está faltando continua a sua vida longe de você. Mas ela também sente falta. Ela tenta te encontrar novamente. Mas é difícil. Existem muitos obstáculos no caminho.

O que te motiva a continuar são apenas promessas... “Nós vamos nos encontrar de novo, não se preocupe. Não me esquecerei de você...”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Epopéia do amor

“A distância entre a amizade e o amor pode ser a distância de um beijo.”


Tudo começou com um “oi, tudo bom? meu nome é...” e daí vocês se apaixonaram. Não, não foi tão fácil. Depois do “oi” inicial, vocês... Simplesmente não ligaram um para o outro! Se conheceram por acaso. Sem interesses... Hum, daí tem coisa.

O tempo foi passando e surgiu a ‘coleguisse’. Explicando: é o famoso “ah, conheço de algum lugar! Só não lembro muito bem o nome...”. Depois de mais um tempinho, veio a amizade. Eita sentimento bonito. O espírito de “to contigo e não abro” reina. Os abraços começam. As brincadeiras também. Agora já era. Mais dia menos dia a praga do amor te pega.

Passou mais um tempo. Depois que a convivência apertou, você percebeu uma coisa diferente batendo em sua barriga. Não, não foi a feijoada do almoço. São as malditas borboletas no estômago. Aquela amizade linda se transformou em amor. Pior: você acha que é recíproco! E não foi só porque o outro começou a falar mais perto do que o normal. E agora? O que fazer quando os abraços se apertam mais?

Quer um conselho? Aproveita! E daí se mandaram você estudar para o vestibular? Amor não mata, ensina a viver. E tenho dito.

Carta de um suicida

Primeiramente, antes de começar o texto, que fique BEM CLARO: não, NÃO vou me matar!!! Isso é um texto de FICÇÃO!!!! Não pensem besteira, pelo amooooooor de Deus! Obrigada.


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Olá. Se você estar vendo isso, talvez eu não esteja mais nesse mundo. Quero dizer que não fiquem tristes. Foi melhor assim. Agora, sendo mais realista: deixei essa vida por não agüentar mais. Sei que soou meio clichê, mas é a verdade. Não é fácil suportar.

Queria pedir desculpa. Sei que sempre peço desculpas, mas agora é a ultima vez, prometo. Quero pedir desculpa para os meus pais, por nunca ter sido de fato o filho ideal. Por todas as vezes que eu não quis contar alguma coisa. Saibam que eu tinha meus motivos. Pedir desculpas para as pessoas que me amam por ter feito isso com vocês.

Resolvi fazer isso para me ver livre de vez. Livre das pressões do mundo. Sabe, quando se é jovem, todos depositam muita esperança em você. E isso é terrível! Já não agüentava mais a cobrança.

Entendam: nunca vou deixar vocês. Acredito que em algum lugar tem uma vida nova para todos. Mas eu vou estar sempre nas pequenas coisas que fazíamos juntos.

Ah, por favor, não chorem. Isso vai me fazer sentir pior. Lembrem-se sempre do meu sorriso, por que sempre me lembrarei do de vocês.

                                              Com amor,

                                                      De quem se decepcionou muito com tudo